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Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais - SETUR

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Belo Horizonte se destaca em estudo de competitividade turística

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Infra-estrutura geral, marketing e capacidade empresarial foram aspectos de destaque de Belo Horizonte no Estudo de Competitividade dos destinos indutores do turismo nacional, apresentado nessa quinta-feira (28), pelo Ministério do Turismo, Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Sebrae, na sede da Prefeitura de Belo Horizonte para autoridades, instituições e empresários ligados ao turismo da capital mineira.

No estudo, Belo Horizonte alcançou médias superiores a 70% em oito das 13 dimensões analisadas.

Para a secretária de Estado de Turismo, Érica Drumond, o segmento tem ampliado a vantagem competitiva da capital mineira e da Região Metropolitana. “Somente em julho deste ano, BH abriu 27 mil novos postos de trabalho no setor de serviços, e isto se deve também ao aquecimento do número de eventos realizados, à abertura de novos hotéis e o aumento da taxa de ocupação; além do comércio fomentado pelos novos turistas”, afirma a secretária, que irá ampliar este Estudo de Competitividade para outros dez municípios turísticos de Minas Gerais. 

A maior pontuação de Belo Horizonte foi no aspecto capacidade empresarial, que teve no estudo 86,1%, de aproveitamento. A média das capitais brasileiras ficou em 72,1% e a média Brasil no mesmo item foi de 51%. A avaliação neste aspecto verificou as variáveis de qualificação profissional, presença de grupos nacionais e internacionais do setor turístico, número de empresas de grande porte , filiais e / ou subsidiárias. 

Além de capacidade empresarial, o Estudo de Competitividade, também avaliou  outras 12 dimensões para captar as informações de Belo Horizonte em infra-estrutura geral, acesso, serviços e equipamentos turísticos, atrativos turísticos, atrativos culturais, marketing, políticas públicas, cooperação regional, monitoramento, economia local, aspectos sociais e aspectos ambientais. 
 
Infra-estrutura induz crescimento

Portão de entrada para o turismo em Minas Gerais, a capital mineira obteve 80,5% de aproveitamento na dimensão infra-estrutura geral. As capitais brasileiras tiveram 70,5% na mesma dimensão, enquanto a média Brasil foi de 63,3%. O estudo analisou a saúde pública, energia, comunicação e facilidades financeiras, além de segurança e urbanização. “Belo Horizonte tem estrutura necessária para atender o turista. Sua localização é estratégica no mapa brasileiro.

Além possuir um sistema de comunicação muito bom, que a aproxima de outros destinos emissores. Belo Horizonte tem elementos culturais que são ímpares, como o conjunto arquitetônico da Lagoa da Pampulha”, afirma o presidente da Belotur, Júlio Pires.
 

Marketing – estratégia para captação de turistas
 
Também no aspecto Marketing, Belo Horizonte se destacou no estudo, obtendo 84,5% do aproveitamento. De acordo com o Ministério do Turismo, o processo de Marketing e o seu gerenciamento oferecem, às organizações e aos destinos, as ferramentas para comunicação aos seus mercados-alvo. Além disso, é essencial na persuasão dos potenciais turistas.

“Belo Horizonte, juntamente os outros destinos indutores mineiros, tem sido contemplado com a política pública de promoção e divulgação de Minas Gerais nas principais feiras nacionais e internacionais do segmento. E também a cidade integra o Projeto Estruturador para o Turismo de Negócios do Governo de Minas, que, por meio de uma rede de serviços irá atrair para a capital um número cada vez maior de eventos de grande porte”, afirma a secretária Érica Drumond.

No dimensionamento de Marketing, foram avaliados planejamento, participação em feiras e eventos, material promocional e website. As outras capitais brasileiras obtiveram nesta avaliação uma média de 46,3% e, a média nacional deste item, foi de 37,7% . 

Estudo se estende em Minas Gerais

Outros dez municípios mineiros, a partir do ano que vem, serão também analisados em seus aspectos turísticos pela Fundação Getulio Vargas (FGV). “Minas Gerais, sai na frente, e será o estado piloto na expansão dos estudos de seus destinos prioritários”, afirma coordenador do Núcleo de Estudos Turísticos da Fundação Getúlio Vargas, Luiz Gustavo Barbosa.

Além dos cinco destinos mineiros escolhidos pelo Ministério - Ouro Preto, São João del-Rei, Diamantina e Tiradentes e Belo Horizonte - a Secretaria de Estado definiu outros 10 destinos indutores, que estão alinhados com as diretrizes do projeto Estruturador Destinos Turísticos Estratégicos: São Lourenço, Caxambú, Camanducaia, Extrema, Capitólio, Alfenas, Formiga, Araxá, Poços de Caldas e Santana do Riacho. 

“Queremos nossos municípios mapeados, para que eles possam atender com qualidade o mercado nacional, e induzir o fluxo turístico para seu entorno”, afirma a secretária de Estado de Turismo, Érica Drumond.
 

Estudo de competitividade

O Estudo de Competitividade é uma realização do Ministério do Turismo, Fundação Getúlio Vargas e Sebrae e tem como objetivo dotar os 65 destinos nacionais contemplados com padrão de qualidade internacional até 2010. 

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